Governo aprova criação da “Super Estação Água Branca”

Conselho deu aval para que estação passe a receber o Trem Intercidades para Campinas e Sorocaba, além das linhas 9-Esmeralda e 3-Vermelha
A estação Água Branca da Linha 6 ao fundo e em primeiro plano, a parada da Linha 7
A estação Água Branca da Linha 6 ao fundo e em primeiro plano, a parada da Linha 7

O Conselho do PPI (Programa de Parcerias em Investimentos) aprovou na quarta-feira, 26, o projeto de ampliação da Estação Água Branca.

Como o MetrôCPTM mostrou em primeira mão, o governo do estado pretende transformar o acanhado local em uma “super estação”.

O projeto prevê plataformas para atender os Trens intercidades Eixo Norte (Campinas) e Eixo Oeste (Sorocaba), além de remanejamento nas vias para que a Linha 9-Esmeralda possa chegar até Água Branca.

As obras estão a cargo da concessionária TIC Trens, que recberá R$ 1,1 bilhão por meio de um aditivo. O projeto inclui até mesmo a extensão da Linha 3-Vermelha do Metrô até Água Branca.

Estação Água Branca será futuro terminal da Linha 3-Vermelha (TIC Trens)
Estação Água Branca será futuro terminal da Linha 3-Vermelha (TIC Trens)

Em seu formato final, a nova estação abrigará as linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda de trens metropolitanos, as linhas 3-Vermelha e 6-Laranja de metrô, e os TICs Norte (Campinas) e Oeste (Sorocaba).

De volta ao plano original

O investimento na estação Água Branca retoma uma antigo projeto do governo do estado, que inicialmente imaginou o local como ponto de partida dos trens regionais.

A opção por Barra Funda acabou sendo uma alternativa mais rápida e barata, porém, se perderiam importantes conexões com a rede metroferroviária.

Metrô de São Paulo melhora desempenho (Jean Carlos)

Tudo indica que no novo formato, os trens expressos terão duas paradas dentro da capital, permitindo inúmeras opções de trajeto.

Não foram revelados prazos para que a nova estação seja entregue, mas trata-se de um projeto bastante extenso e que deve levar anos para sair do papel.

Não está claro como ficará a ligação da Linha 6-Laranja com as linhas 7-Rubi e 8-Diamante enquanto a nova obra é implantada.

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    1. A menos que a Linha 11 compartilhe plataforma com a Linha 7, não tem como colocar mais plataformas ali, a linha 11 teria que ficar no lado direito ou esquerdo das vias de carga, a linha 11 ficaria bem em cima da possível integração da linha 6.

  1. Muito mais importante e mais útil do que essa expansão redundante da Linha 3 deveria ser a expansão da Linha 15 para a futura Estação São Carlos, integrando-se diretamente com a Linha 6 nesta estação, de modo a melhorar a integração da L15 com a rede.

  2. Tal qual a óbvia extensão nunca mencionada da Linha 15 – Prata até São Carlos, quanto tempo vai levar para perceberem a obviedade que a estação Lapa também precisará ser Super e ter todas essas linhas lá também?

    1. Para mexer na estação Lapa precisa desapropriar imóveis na região e mexer no trânsito local, a estação Água Branca tem espaço entre a Linha 7 e 8 que permite colocar uma estação grande lá sem precisar mexer no trânsito local.

  3. Ah, sei lá. Na minha cabeça, isso não faz sentido. Os trens intercidades são trens regionais, de longa distância, transportando viajantes com malas. Faz sentido que esses trens parem na Barra Funda, principalmente pelo fácil acesso a outras linhas que conectam o leste da malha metroferroviária, além da rodoviária da Barra Funda, do terminal de ônibus e, ainda, do Expresso Aeroporto. Agora, imagina alguém vindo de Sorocaba pra ir pra Guarulhos, cheio de mala, pra pegar um avião, tendo que fazer uma baldeação pra pegar a Linha 3, depois outra baldeação pra pegar o Expresso Aeroporto. Eu já vejo isso de outra forma, mas sei por que essas empresas fazem tantas baldeações: pra ferrar a vida do usuário e, principalmente, receber mais subsídios do governo do estado.

  4. Se a operação urbana Lapa-Brás fosse tirada da gaveta e enterrassem as linhas, seria mais fácil para adicionar linhas abaixo do solo, e a questão da Lapa ficaria viável.
    O problema seria oferecer conexão entre Lapa e Brás ininterruptamente durante 2 anos para a execução da obra (isso sem falar nos prováveis atrasos). Fora o orçamento bilionário. Mas no final, o mais barato sai caro.

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