Pagamento por aproximação supera 700 mil viagens em um mês nas linhas de trem de São Paulo

Tecnologia foi expandida para todas as estações da CPTM em abril e revela ampla aceitação dos passageiros

Pagamento por aproximação
Pagamento por aproximação (Visa)

A possibilidade de acessar as estações de trem da Região Metropolitana de São Paulo utilizando cartões de crédito e débito por aproximação já ultrapassou a marca de 700 mil viagens desde sua expansão para toda a rede ferroviária.

Segundo dados da Autopass repassados para a Folha de S.Paulo, o sistema movimentou cerca de R$ 3,78 milhões em tarifas.

A tecnologia foi disponibilizada em todas as 97 estações das linhas de trem metropolitanas em abril, incluindo tanto os ramais operados pela CPTM quanto aqueles administrados pelas concessionárias ViaMobilidade e TIC Trens. Antes disso, o recurso vinha sendo testado em um número limitado de estações e catracas.

De acordo com os dados divulgados, o volume de transações em dias úteis cresceu 282% em comparação com a fase piloto da operação. Do total de acessos registrados, 59% foram realizados com cartões de crédito e 41% com cartões de débito. A Linha 10-Turquesa liderou o uso da modalidade, enquanto a estação Brás concentrou o maior número de validações.

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A ampliação ocorreu após um período de testes em estações de grande movimento, como Brás, Palmeiras-Barra Funda e Guaianases. Além dos cartões físicos, o sistema também permite o uso de carteiras digitais em celulares e relógios inteligentes compatíveis.

Estação Brás (CPTM)

A adoção do pagamento por aproximação em toda a rede ferroviária paulista ocorreu de forma relativamente tardia quando comparada a sistemas de transporte de outras grandes cidades, mas a expansão para todas as estações eliminou uma das principais limitações da modalidade: a necessidade de o passageiro localizar catracas específicas equipadas com a tecnologia.

No Metrô de São Paulo, a implantação segue um modelo diferente. O sistema vem sendo expandido gradualmente por linhas e estações, normalmente por meio de catracas dedicadas ao pagamento por aproximação. A estratégia permite a introdução progressiva da tecnologia, mas reduz a abrangência imediata observada na rede ferroviária metropolitana.

O pagamento por aproximação opera de forma integrada aos demais meios de acesso já utilizados pelos passageiros, como Bilhete Único, cartão TOP e QR Code. A tecnologia é compatível com as principais bandeiras de cartão e dispensa a compra antecipada de créditos ou bilhetes físicos para viagens ocasionais.

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Luis Siqueira
Luis Siqueira
1 dia atrás

alô cmsp!

Lincoln Souza
Lincoln Souza
1 dia atrás

espero que essas catracas também passem a aceitar o pix por aproximação em breve

Fábio Marcello
Fábio Marcello
1 dia atrás
Responder para  Lincoln Souza

Pagamento por Pix é mais complicado devido ao tempo para efetivação do pagamento. O Pix deve ser completado em até 12 segundos, e isso geraria um efeito cascata, aumentando as filas.

Ligeiro
Ligeiro
1 dia atrás
Responder para  Fábio Marcello

Notei isso em Florianópolis, pois o sistema de pagamento de pix existe nas linhas de ônibus, e tem o risco da pessoa acabar tendo outra passando no lugar dela.

Sou mais da ideia que o sistema de recargas do TOP fosse aprimorado ou criassem algo no molde do Jaé, que é uma espécie de “carteira virtual” que é mais rápido a efetivação do que um pix normal.

Lincoln Souza
Lincoln Souza
1 minuto atrás
Responder para  Fábio Marcello

mas isso vale pro pix por aproximação também? pq realmente ler um qr code na catraca é impraticável, mas pix por aproximação teoricamente é tão rápido quanto o cartão